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Foram prorrogadas, até às 16h do dia 22 de dezembro, as inscrições para o concurso da Polícia Penal do Estado de São Paulo. São oferecidas 1.100 vagas para o ingresso na carreira de Policial Penal. As provas serão aplicadas pelo Instituto AOCP e as inscrições podem ser realizadas no site: www.institutoaocp.org.br.
O concurso público terá quatro fases eliminatórias, com prova objetiva, prova de aptidão física e aferimento da estatura, prova de aptidão psicológica, comprovação de idoneidade e conduta ilibada na vida pública e na vida privada e investigação social.
Em conformidade com a Lei Orgânica da Polícia Penal, Lei Complementar nº 1416/2024, além de aprovação nas fases do concurso, para ingresso na carreira o candidato precisa atender aos seguintes pré-requisitos, possuir na data da posse: diploma de graduação em qualquer curso de Ensino Superior ou equivalente, idade mínima de 18 anos e possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na Categoria “B”, no mínimo. Até a data do encerramento das inscrições no certame, 35 anos de idade, no máximo, independente de eventual prorrogação do período de inscrição.
Com relação às tatuagens, a Lei Orgânica destaca que o candidato não deve possuir tatuagem que divulgue símbolo ou inscrição ofendendo valores e deveres éticos inerentes aos integrantes da Polícia Penal.
Os requisitos previstos serão aferidos por meio de exames médicos, psicológicos e toxicológicos, que poderão ser exigidos a qualquer tempo durante o concurso e o estágio probatório.
A remuneração do policial penal será por subsídio, nível I – Ingresso, correspondente a R$ 4.695,60, já reajustada conforme a Lei Complementar n° 1.425/2025. Somado ao salário, há o pagamento de insalubridade no valor de R$785,67. Em complemento, o Policial Penal tem a possibilidade de receber a Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Penitenciário – Dejep, mediante o exercício de atividades internas nos estabelecimentos penais, com o limite de até 10 Dejeps mensais. Anualmente, o Policial Penal ainda pode receber um valor variável referente à Bonificação por Resultados (BR). Também são oferecidos auxílio-alimentação e auxílio-transporte.
Perguntas e respostas
As 1.100 vagas serão distribuídas, de acordo com a necessidade administrativa, abrindo oportunidades em diversas localidades.
O edital solicita nível superior completo, com diploma válido no momento da posse. Se o curso sequencial não tiver equivalência formal de graduação, ele não será aceito. Confira seu certificado e se informe sobre a equivalência com a instituição na qual o curso foi realizado.
Para assumir o cargo, é obrigatório ter o curso superior concluído. Se você termina antes da posse, ainda há chance — tudo depende da data da nomeação. Se está próximo de concluir, continue firme, pode valer muito a pena!
O curso de formação está previsto para acontecer na Coordenadoria de Ensino, Cultura e Pesquisa, localizada na capital. É lá que os futuros policiais penais darão os primeiros passos rumo à carreira.
Não existe uma data exata no edital. A posse acontece somente após todas as etapas e homologação final. Ou seja: quem seguir firme no processo e for aprovado, será nomeado após homologação, no período de vigência do concurso, que é de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos.
A duração específica será informada na convocação para o curso, mas hoje a formação possui carga horária de 1.910 horas-aula, aproximando-se de um período intenso e aprofundado de preparação.
O edital não prevê ajuda de custo para o período de formação. O pagamento passa a ocorrer somente após o exercício, quando o candidato se torna oficialmente Policial Penal.
Sim. A formação segue critérios técnicos e disciplinares previstos na Lei Orgânica da Polícia Penal (1416/2024). O desempenho acadêmico, comportamento e cumprimento das regras são fundamentais para a aprovação.
Nesta edição, as vagas foram direcionadas apenas ao sexo masculino, por critério de necessidade operacional do sistema. Isso não impede que futuramente surjam editais com vagas para ambos os sexos.
A formação será realizada pelo órgão de ensino do sistema prisional: a Coordenadoria de Ensino, Cultura e Pesquisa, que conta com instrutores da própria Pasta e profissionais convidados.
Conforme item XV do edital, após a homologação, a vigência do concurso é por dois anos, prorrogáveis por igual período, a critério da administração.
O edital não detalha o ingresso em unidades especializadas, como o GIR. Geralmente, essa movimentação ocorre internamente, seguindo critérios, cursos e regulamentos específicos após a posse.
O que já se sabe oficialmente é que será um Curso de Formação Técnico-Profissional, de caráter eliminatório. O restante — conteúdos, etapas, calendário e rotinas — será compartilhado quando os aprovados forem convocados.
Fonte: Polícia Penal SP