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A Prainha, em Caraguatatuba, apresenta atualmente condições adequadas de balneabilidade, conforme classificação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O resultado reflete um conjunto de ações realizadas recentemente, com foco na melhoria da qualidade ambiental da região.
Entre os dias 23 e 27 de março, a Sabesp promoveu uma força-tarefa com a realização de testes de fumaça e de corante em imóveis do entorno da praia, com o objetivo de identificar possíveis ligações irregulares de esgoto e lançamentos indevidos. A iniciativa permitiu identificar três ocorrências: dois imóveis com lançamento direto de efluentes na faixa de areia e um com infiltração de esgoto no solo.
Após a identificação, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a Vigilância Sanitária de Caraguatatuba atuaram de forma integrada com a Sabesp na vistoria e notificação dos responsáveis, que deverão realizar as adequações necessárias para a regularização.
A gerente regional da Sabesp, Monica Riccitelli, destaca que as ações fazem parte de um trabalho contínuo. “A atuação técnica é fundamental para identificar e corrigir irregularidades que impactam diretamente o meio ambiente. No entanto, a melhoria da qualidade das praias depende de um esforço permanente e integrado entre Sabesp, Prefeitura e população”, afirma.
O coordenador da Operação de Esgoto no Litoral Norte, Allan Akio Batista Yona, reforça o caráter preventivo das ações. “Os testes realizados permitem identificar conexões irregulares muitas vezes não visíveis, possibilitando uma atuação mais precisa. Esse é um trabalho que precisa ser contínuo para garantir avanços consistentes ao longo do tempo”, explica.
A melhoria observada nas condições da Prainha está associada a um conjunto de ações coordenadas, que envolvem a Sabesp, a Prefeitura, a Secretaria de Meio Ambiente e a participação da população. Trata-se de um processo gradual, que exige fiscalização, conscientização e a correta destinação dos efluentes.
A Sabesp reforça que o apoio da população é essencial e orienta que as ligações de esgoto sejam feitas de forma adequada, contribuindo para a preservação ambiental e a saúde coletiva.
Fonte: Sabesp